Artigo Final
Módulos do Curso
- 1-NOVAS TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO
- 2-EDITORES ELETRÔNICOS NA FORMAÇÃO DO EDUCADOR
- 3-DIDÁTICA DO ENSINO SUPERIOR
- 4-ADMINISTRAÇÃO DO TEMPO ÀS NOVAS TECNOLOGIAS
- 5-TEMAS TRANSVERSAIS ÀS NOVAS TECNOLOGIAS
- 6-A PLANILHA ELETRÔNICA ÀS NOVAS TECNOLOGIAS
- 7-VÍDEO DIDÁTICO COMO TECNOLOGIA EDUCACIONAL
- 8-SOFTWARES EDUCACIONAIS E SUAS AVALIAÇÕES
- 9-METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA
- 10-ROBÓTICA COMO TECNOLOGIA EDUCACIONAL
- 11-FORMAÇÃO DE TUTORIA À DISTÃNCIA
- 12-INTERNET WEB 3.0 COMO TECNOLOGIA EDUCACIONAL
- 13-ORIENTAÇÃO AO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
A SALA DE AULA INVERTIDA COMO FERRAMENTA PARA AUTONOMIA DO EDUCANDO.
ResponderExcluirFernanda Bivar de Albuquerque Costa
Angela Maria de Almeida Pereira
Resumo
No desafio de preparar os alunos para o Congreso Estudantil, o Ensino Hibrido apresentou-se como uma proposta inovadora, combinando tecnologias digitais com aulas presenciais. A identificação dos adolecentes com as tecnologias, e as mudanças provocandas por estas na conteporaneidade, foram levadas em consideração para esta pesquisa. O objetivo foi analisar como a Sala de Aula Invertida contribui para o desenvolvimento da autonomia dos educandos. A pesquisa foi realizada em dois meses, desde a divisão dos grupos até a realização do Congresso. A metodologia da Sala de Aula Invertida foi o modelo escolhido para concretização desta artigo, explorando uma postura colaborativa entre os alunos. Os resultados apotam no sentido de uma grande contribuição da Sala de Aula Invertida para a consolidação de uma postura autonoma dos educandos do ensino médio.
Palavras-chave: Sala de Aula Invertida, Autonomia; Aprendizagem Colaborativa.
Introdução
Diante desse contexto gerado pelas novas tecnologias da informação e da comunicação, ocorreram importantes transformações em todas as esferas: social, econômica, política e cultural. Essas modificações afetaram a escola e o processo educativo, visto que com o desenvolvimento tecnológico, a escola necessita buscar inovações para acompanhar e compreender a contemporaneidade e suas características.
Diante deste cenário, surge a necessidade de propiciar a integração entre uma formação geral e o uso das novas tecnologias para suprir as expectativas das novas gerações, que vêm e compreendem o mundo através das mídias digitais.
A prática docente também sofre uma alteração diante dessa nova geração, que por serem nativos digitais, desenvolveram a habilidade de realizar várias atividades ao mesmo tempo. Segundo o artigo “The Net Generation in the Classroom”, de Scott Carlson, publicado em 2005, os jovens, por consumir informação através de uma larga variedade de fontes midiáticas, geralmente de forma simultânea, sentem cada vez mais dificuldade em prestar atenção por muito tempo a um professor falando para uma sala de aula cheia, por outro lado, eles são mais aptos para controlar seu aprendizado e escolher as tecnologias digitais que serão utilizadas.
Dentro dessa realidade, observa-se que a educação está passando por um processo de mudança, na qual o uso das tecnologias digitais proporcionam compartilhamento do conhecimento e ultrapassam barreiras da sala de aula, tornando o aprendizado significativo.
Escola e professores encontram-se diante de um grande dilema: primeiro despertar o interesse dos educandos em relação aos conteúdos ministrados em sala de aula, depois orientá-los para a utilização responsável das tecnologias digitais e por último, conscientizá-los que a tecnologia além da diversão, também poderá ser utilizada para o desenvolvimento intelectual.
Uma das tendências do século XXI como possibilidade metodológica de ensinar e aprender é a proposta do Ensino Híbrido, que procura unir o modelo tradicional vinculado à sala de aula e ao modelo online, o qual utiliza os recursos digitais para fomentar o ensino. Dessa forma, professores e estudantes ensinam e aprendem em tempos e locais variados, integrando a sala de aula e o ambiente virtual e favorecendo a interação e a colaboração entre os indivíduos com trocas de experiências e conhecimentos, além do envolvimento com as tecnologias digitais.
Neste estudo adotaremos o modelo de Rotação Sala de Aula Invertida. O nosso objetivo é analisar como a Sala de Aula Invertida contribui para o desenvolvimento da autonomia dos educandos. Por entendermos que as tecnologias digitais podem contribuir para trabalho pedagógico, possibilitando: criatividade, atenção, concentração, consciência crítica e reflexiva entre outras, acreditamos que o tema proposta irá auxiliar e servir de orientação para a comunidade escolar.
Ensino Híbrido
ResponderExcluirMoran (2015) enfatiza que, a escola padroniza a partir do momento em que ela avalia todos os educandos da mesma forma, ela não considera que cada pessoa possui competências cognitivas (aprender), sociais (ser e conviver) diferentes. Neste contexto, o Ensino Híbrido, significa combinar, misturar, que pode ser entendido como um modelo de ensino e aprendizagem, o qual combina ensino presencial (tradicional) e ensino online (e-learning). O mesmo encontra-se organizado em quatro principais modelos: Rotação, Flex, À La Carte e Virtual Enriquecido.
O modelo de Rotação, por sua vez, possui uma subdivisão: Rotação por Estações de Trabalho, Laboratório Rotacional, Sala de Aula Invertida e Rotação Individual, que incorporam a sala de aula tradicional com a educação online. Segundo Castro (2015), este modelo pode ser individualizado por ter um currículo flexível permitindo que as necessidades de qualquer estudante sejam atendidas, perrmitir educação em redes e a integração de diversos conteúdos e áreas. É uma nova proposta de ensinar e aprender, na qual educando torna-se ativo no seu processo de aprendizagem, enquanto o professor passará a apoioar de forma mais efetiva o processo de aprendizagem.
Sala de Aula Invertida, uma proposta de autonomia
ResponderExcluirSala de Aula Invertida foi utilizada por Bergmann e Sams (2012), com o objetivo de atender a alunos atletas, que se ausentavam das aulas devido aos campeonatos dos quais participavam. Esta proposta vem sendo implementada desde a década de 1990 e ampliada pelo acesso às novas Tecnologias de Informação e Comunicação.
Para a funcionalidade da Sala de Aula Invertida é necessário a incorporação dos quatros pilares fundamentais representados pela sigla “F-L-I-P” (FNL 2014), sendo eles:
1. Ambiente flexível: os educandos escolhem onde e quando aprendem;
2. Cultura de aprendizagem: a responsabilidade da instrução é centrada nos educandos;
3. Conteúdos dirigidos: os professores determinam o que ensinar e os materiais utilizados pelos estudantes.
4. Educador profissional: o papel do professor fica ainda mais importante, pois durante a aula, ele observa seus estudantes dando feedback, além de trocar conhecimento com os colegas de profissão, refletindo sobre as suas técnicas e aceitando críticas construtivas.
Na prática, a sala de aula invertida, inverte o ensino tradicional de sala de aula para o ambiente virtual, fato que pode ser observado através de Moran(2015) em uma entrevista concedida a Antunes, “ a aula não é só aquela que acontece no espaço físico de uma sala, mas também com o contato vivo com o mundo”. Neste sentido, as tecnologias digitais desempenham um papel preponderante.
A combinação do que ocorre na educação online e presencial possibilita uma aprendizagem ativa, pois o estudante consegue explorar os assuntos em profundidade, pesquisando, interagindo com os colegas, em qualque tempo e lugar. Esta postura incentiva uma aprendizagem mais envolvente e colaborativa, desenvolvendo o pensamento crítico e a autonomia dos educandos. Ao professor cabe selecionar e indicar o material que deverá ser estudado pelo aluno fora da sala de aula.
De acordo com os BERGMANN, OVERMYER e WILIE (2012), esta metodologia pode aprimorar a interação entre os estudantes e professores, provendo um ambiente de aprendizagem no qual os estudantes passam a ser responsáveis pelo seu próprio aprendizado. Neste contexto, as diversas mídias são parte do processo e enfatizam a importância do professor como sujeito de grande relevânica na orientação dos estudantes.
Segundo. JAIME, KOLLER; GRAEML, (2015), trata-se de uma abordagem que transfere para o estudante a responsabilidade do estudo teórico, enquanto na sala de aula, o professor trabalha as dificuldades dos educandos, através de atividades práticas, promovendo a equidade da educação.
Para Bergmann e Sams (2013, p.12), “a aprendizagem invertida ajuda os professores a se afastar de instrução direta como ferramenta de ensino fundamental em direção a uma abordagem mais centrada no aluno.” A utilização dessa metodologia de forma geral poderá trazer benefícios, mas como em toda nova metodologia há desafios a serem enfrentados.
Valente (2014) identificou pontos positivos e negativos relacionados ao uso dessa metodologia.
Quadro 01 - Sala de Aula Invertida: Pontos Positivos e Negativos
ResponderExcluirPontos Positivos
Ritmo próprio e maior compreensão do tema em estudo
Identificação do que precisa ser mais bem estudado, formulação de dúvidas
Maior atenção do professor para as necessidades dos alunos
Trocas sociais entre os colegas por meio das atividades
Pontos negativos
falta de animação dos professores
dependência da tecnologia
Falta de preparo dos alunos para as aulas presenciais
Fonte: adapatado de Valente 2014, s/n
De forma geral, a compreensão e a utilização da metodologia da
ResponderExcluirSala de Aula Invertida resultam de um processo que necessita do envolvimento do comprometimento de todos aqueles que fazem parte da instituição escolar. Essa mudança no processo de ensino-aprendizagem terá como desafio envolver o aluno enquanto protagonista de sua aprendizagem, desenvolvendo ainda o senso crítico diante do que é aprendido, bem como competências para relacionar esses conhecimentos ao mundo real.
Aprendizagem Colaborativa
Para que ocorra uma aprendizagem colaborativa é necessário que haja o posicionamento de todos os envolvidos no processo de ensino e aprendizagem, colocando o educando no centro desse processo, enquanto o papel do professor é orientar os estudantes buscando superar as dificuldades apresentadas. A respeito disso, Kenski explica:
O processo de ação colaborativa no ensino pressupõe que haja circulação intensa de informações e trocas visando alcançar os objetivos previstos. Todos auxiliam na execução das tarefas, superam os desafios e constroem colaborativamente o seu próprio conhecimento e o da coletividade. As contribuições que os participantes – alunos e professores – oferecem são apresentadas a todos e servem para que cada um possa executar melhor seu trabalho. (Kenski, 2008,p.17)
A construção do conhecimento é sempre muito pessoal, mas os pares têm um papel importante nesta construção. Dessa forma, promover estes momentos entre os educandos é de respondabilidade do professor, quando este faz o seu planejamento e define os obejtivos de sua aula, levando em consideração a participação dos estudantes, descentralização do poder.
Para este trabalho consideramos autonomia como a capacidade do alunos em participar de forma efetiva nas aulas, mas também de ser sujeito dos seu desenvolvimento. De acordo com Nóvoa (1992,p.17-18),”o poder de decisão deve estar próximo dos centros de interveção responsabilizando diretamente os atores educativos.” Complementando esta posição, Figueiredo (2006), argumenta:
o objetivo primeiro é a co-construção da aprendizagem e não somente a realização de uma tarefa. Para tanto, os papéis desempenhados pelos alunos surgem com a necessidade de provisão de assistência ou de troca de informações no decorrer das atividades, não sendo, geralmente, papéis estipulados a priori. Nesse tipo de abordagem, o professor não controla nem determina o que os aprendizes farão durante o trabalho em grupo. Ao contrário, ele tem um papel de mediador da aprendizagem, o que faz com que os alunos tornem-se responsáveis pela melhor maneira de dar termo a uma atividade (FIGUEIREDO, 2006, p 23).
Apesar de utilizem diferentes maneiras para definir aprendizagem colaborativa, fica evidente que é por meio da construção em conjunto e com a ajuda entre os membros do grupo, que se busca realizar algo ou obter novos conhecimentos, sendo que a base da aprendizagem colaborativa está na interação e troca entre os educandos, com o objetivo de melhorar a competência dos mesmos para os trabalhos em grupo.
Neste sentido, de acordo com Urzúa e Puelles (1997), a autonimia deve fazer frente aos desafios que a escola enfrenta de forma cidadãos participativos, responsáveis pelas suas atitudes. O Estudante deve ser capaz de opiniar, tomar decições, selecionar material, fazer pesquisas complementares, escolher as melhores estratégias e decidir se quer trabalhar em grupo ou sozinho.
Metodologia
ResponderExcluirO nosso objetivo é analisar como a Sala de Aula Invertida contribue para o desenvolvimento da autonomia dos edcuandos. Sendo assim, o trabalho foi desenvolvido com uma turma do 1º ano do Ensino Médio de um Colégio da Região Metropolitana de Jaboatão dos Guararapes. Para viabilizar o objetivo, fizemos o acompanhamento das atividades levando em consideração as seguintes questões: verificar se os educandos realizaram as leituras propostas, identificar as pesquisas realizadas pelos mesmos como complementares para o material proposto, sondar as atividades realizadas pelos integrantes da turma como complemento das leituras.
Para esta pesquisa elegemos a turma do 1º ano do Ensino Médio, esta composta por 40 alunos. Esta turma conta com 2 (duas) aulas semanais de História Geral com duração de 50 (cinquenta) minutos cada uma. O projeto foi desenvolvido em dois meses, compreendendo agosto e setembro. A finalidade do projeto era preparar as aprensentações para o Congrsso Estudantil, que teve como tema o Ano Interncional de Turismo Sustentável.
Foi criando um e-mail para turma, com o intuito de enviar material e mais um grupo no WhatsApp para eclarecimento de dúvidas. A turma foi divida em 4 grupos e os temas e subtemas para o Congresso foram entregues e definidos o início do trabalho para o próximo encontro.
A proposta de Sala de Aula Invertida foi explicada e discutida com a turma, no momento seguinte, foram distribuidos entre os grupos os temas e subtemas do trabalho. Além disto, ficou combinado que todo o material fruto da pesquisa seria socializado no email.
A próxima etapa, já com todo o material socializado, foi realizada e nesta objetivou-se um aprofundamento do tema e seus subtemas, com perguntas formuladas pela professora com a finalidade de conhecer o nível de leitura e dominio dos alunos sobre a temática proposta.
Um momento de muita autonomia ocorreu com os educandos organizados em grupo. Durante o encontro, eles realizaram detabes, pesquisas de imagens, vídeos e demais mídias, dando iniciando a preparação dos slides que serão apresentados no congresso estudantil. O clímax da aula foi a solialização dos slides, para as considerações da professora e demais dos outros grupos.
O encerramento da proposta foi a preparação das apresentações para O Congresso Estudantil, que ocorreu no dia 28 de Setembro de 20017, com slides, produções escritas, poster.
Para entedermos como a nossa proposta da Sala de Aula Invertida foi percebida pelos alunos, realizamos um questionário com questões abertas e fechadas, formulado no Google docs, e enviado por email.Todos os integrantes da turma responderam o questionário.
Resultados
ResponderExcluirPara entender como os educandos perceberam a proposta de Sala de Aula Invertida e comprenderam o o quanto o nosso obejtivo foi alcançado, apresentamos os resultados do nosso questionário.
Gráfico 01 – Você costuma utilizar tecnologia digitais para estudar?
Fonte: Elaborado pelas autoras (2017)
Consideramos 12 um bem relevante, pois por conta própria tiveram a iniciativa de estudar com tecnologias digitais, e mais importante que 22, já se encontram em contato com as tecnologias digitais, demontrando que os mesmos já consideram a possibilidade de buscar alternativas fora da sala de aula tradicional.
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Grágico 02 - Quais mídias você costuma utilizar para estudar?
A maioria dos estudantes faz uso de textos digitais e vídeos seguidos pelas aulas online. Desta forma, percebemos que os recursos audios visuais estão entre os preferidos dos educandos.
ResponderExcluirGrágico 03 – Para este trabalho, vocè realizou todas as leituras propostas pela professora?
Fonte: Elaborado pelas autoras (2017)
O aluno como sujeito autônomo e responsável por seu próprio aprendizado, decide que acompanhar apenas as discussões em sala e não realizar as leituras propostas é suficiente para a construção do seu conhecimento. Este é um processo de amadurecimento e consciência que aos poucos eles vão consolidando.
Gráfico 06 - Se você respondeu que fez buscas na internet para complementar o seu trabalho.
Fonte: Elaborado pelas autoras (2017)
ResponderExcluirOs educandos que fizeram buscas de forma autonoma na internet, tem um noção clara do que desejam. Ampliar a compreensão do material indicado, implica numa apreenção das informações que alicerçam a construção do conhecimento, seguindo por um número significativo de alunos que já tem está intensão pre definida.
Gráfico 08 - Como você clássica a sua atuação neste trabalho?
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Fonte: Elaborado pelas autoras (2017)
A autonomia dos educandos pode ser constatada quando os mesmos têm a iniciativa de realizar as pesquisas em várias fontes, extrapolando as indicações da professora e buscando a interação com os colegas.
Considerações finais
ResponderExcluirO processo de construção do conhecimento é sempre muito individual, cabendo ao professor o papel de incentivar e direcionar o seu aluno para que ele possa superar as dificuldades encontradas.
No contexto atual, com o desenvolvimento das novas tecnologias, a aquisição da informação torna-se cada dia mais rápida. Diante desse quadro, fazem-se necessárias modificações no ambiente escolar e na metodologia aplicada em sala de aula, com o objetivo de tornar o estudante do século XXI, responsável pela contrução do próprio conhecimento, promovendo sua autonomia, bem como, suas habilidades cognitivas, para que o mesmo possa transformar essas informações em conhecimento.
A Sala de Aula Invertida foi decisiva para promover a autonomia dos educandos envolvidos na pesquisa. Para este trabalho em particular, a metodoogia se mostrou eficaz demonstrando que a maioria da turma desenvolveu o trabalho com autonomia e os demais estão em processo, que pode ser consolidado com a maturidade acadêmica.
Cabe ao professor renunciar o controle do processo de aprendizagem e promover um ensino mais individualizado, estímulando a pesquisa, respeitando o ritmo de aprendizagem do estudante, colocando-o no centro desse processo, desenvolvendo uma aprendizagem ativa, investigativa e colaborativa.
A Sala de Aula Invertida poderá contruibuir para formação de estudantes mais proativos e críticos sobre a sociedade em que estão inseridos. No entando, apenas inverter a sala de aula não quer dizer que está se aplicando uma metodologia reflexiva e crítica e que o aluno é autônomo, por isto sugrimos que mais pesquisadores trabalhem o tema para termos respostas mais conclusivas.
Referências
BERGMANN, J.; SAMS, A. Sala de Aula Invertida – uma metodologia ativa de aprendizagem. 1. ed. Rio de Janeiro: 2016.
CASTRO, Eder Alonso. ENSINO HÍBRIDO: DESAFIO DA CONTEMPORANEIDADE? 2. ed. São Paulo: Periódico Científico Projeção e Docência, 2015. 12 p.
KENSKI, Vani Moreira. Novos Processos de Interação e Comunicação no Ensino Mediado Pelas Tecnologias. São Paulo: Midiamix Comunicação e Educação, 2008. 24 p. (Cadernos de Pedagogia Universitária). Disponível em: . Acesso em: 17 out. 2017
MORAN, José Manuel. Educação humanista inovadora. Disponível em: <http://moran10.blogspot.com.br/2011/06/internet-na-nossa-vida.html>. Acesso em: 16 Setembro 2017.
NÓVOA, António. (coord.) As organizações escolares em análise. Lisboa, Dom Quixote, 1992.
PEREIRA, Patrícia Sândalo; SALATESKI, Cleonice. WEBQUEST: UM RECURSO TECNOLÓGICO NA EDUCAÇÃO MATEMÃTICA.Disponível em: . Acesso em: 25 Agosto. 2017.
SALA DE AULA INVERTIDA: A EDUCAÇÃO DO FUTURO. Brasil: G1, 28 abr. 2015. Disponível em: . Acesso em: 10 Agosto 2017.
SCHMITZ, Elieser Xisto da Silva. SALA DE AULA INVERTIDA: UMA ABORDAGEM PARA COMBINAR METODOLOGIAS ATIVAS E ENGAJAR ALUNOS NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM. 2016. 187 f. Dissertação (Mestrado) - Curso de Mestre em Tecnologias Educacionais em Rede, Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, 2016. Disponível em:. Acesso em: 21 set. 2017.
SILVA, Vitor de Almeida; SOARES, Márlon Herbert Flora Barbosa. A Aprendizagem Colaborativa: Desenvolvimento de Conceitos Químicos em Nível Médio de Ensino. Disponível em: . Acesso em: 28 Agosto. 2017.
URZÚA, Raúl e PUELLES, Manuel de. Governabilidade democrática e dos sistemas educacionais. Cadernos de Pesquisa. São Paulo: Fundação Carlos Chagas. Março de 1997. N. 100, pp. 121-148.
Pessoal o artigo ao ser publicado em pedaços, perdeu sua formatação, além disso gráficos e tabelas não são postadas.
ResponderExcluircerto Fernanda
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